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aberta, se uma graínha de uva ferir o céu da minha boca em labor de alimentação, se uma lasca de madeira velha magoar os meus olhos insuficientes, querida, prometo ferir-te as costas e morder-te os cotovelos até os lençóis te arderem nas costelas e chorares com falta de ar. se os gatos à noite arranharem as tuas costas, se os morangos souberem a amoníaco e a enxofre, é só sinal de que o tempo é este, de que o espaço é este. e o que resta é ver as moscas pentear os pêlos do corpo com as patas. |
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